IGP-10 de dezembro sobe 0,90%, revela FGV

Resultado ficou dentro da expectativa de analistas do mercado financeiro

14/12/2017 - 10:10 - Atualizado em 14/12/2017 - 10:10

Índice Geral de Preços - 10 acumulou deflação de 
0,24% em 2017, segundo FGV (Foto: Arquivo)

O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) avançou 0,90% em dezembro após o aumento de 0,24% registrado em novembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira (14). O resultado agora anunciado ficou dentro das projeções dos analistas do mercado financeiro, que esperavam um avanço de 0,50% a 0,94%, com mediana positiva de 0,80%.

No caso dos três indicadores que compõem o IGP-10 de dezembro, os preços no atacado medidos pelo IPA-10 tiveram alta de 1,22% no mês, ante um avanço de 0,21% em novembro. Os preços ao consumidor verificados pelo IPC-10 apresentaram elevação de 0 29% em dezembro, ante uma alta de 0,32% no mês anterior. Já o INCC-10, que mede os preços da construção civil, teve elevação de 0,30% em dezembro, depois de um aumento igual em novembro.

O IGP-10 acumulou uma deflação de 0,42% no ano de 2017, segundo a FGV. O período de coleta de preços para o indicador de dezembro foi do dia 11 de novembro a 10 deste mês. O IGP-DI, que apurou preços do dia 1º a 30 do mês passado, subiu 0,80%.

IPAs

Os preços agropecuários mensurados pelo IPA Agrícola subiram 0 90% no atacado em dezembro, após um aumento de 0,37% em novembro dentro do IGP-10.

Já os preços dos produtos industriais, que são medidos pelo IPA Industrial, registraram alta de 1,33% este mês, após o avanço de 0,15% no atacado em novembro.

Dentro do Índice de Preços por Atacado segundo Estágios de Processamento (IPA-EP), que permite visualizar a transmissão de preços ao longo da cadeia produtiva, os preços dos bens finais tiveram aumento de 0,52% em dezembro, ante uma elevação de 0,44% em novembro.

Os preços dos bens intermediários tiveram avanço de 1,69% em dezembro, após alta de 1,33% no mês anterior. Já os preços das matérias-primas brutas apresentaram elevação de 1,56%, depois do recuo de 1,44% em novembro.

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