Sequência de Sobrenatural é salva por atriz veterana

Desempenho de Lin Shaye garante algum atrativo para o suspense

18/01/2018 - 10:48 - Atualizado em 18/01/2018 - 10:57

Filme se aproveita da atuação da veterana Lin Shaye (Foto: Divulgação)

Terceiro filme do inesperado sucesso, criado em 2011 por James Wan e Leigh Whannell, e que pode ser o final da série, este filme rendeu US$ 12,1 milhões, o que não é um bom número. Sobrenatural: A Última Chave se fixa na melhor coisa dele, justamente o aproveitamento de uma atriz veterana chamada Lin Shaye, que até agora era praticamente desconhecida, mesmo tendo 197 créditos. 

O filme tem um momento inesperado, desculpe mas não dá para evitar essa citação porque sucede depois de apenas 16 minutos da história, quando se tem um choque inesperado e uma criança começa a sofrer agressão e tortura por parte de seu pai! É quando entra em cena a parapsicóloga Elise Rainier, ajudada por seus auxiliares Specs (Whannell) e Tucker (Sampson), e as referências à uma casa da morte numa penitenciária no Novo México, nos anos 1950. 

Sua nova missão de resgate é salvar sua própria alma e de um certo Ted Garza (Acevedo), o novo dono de sua casa. Ainda na confusão entram o irmão de Elise, Christian Rainier (feito pelo outrora famoso Bruce Davison), suas duas filhas Gerard e Locke e os seus habituais demônios, espectros sem olhos e outros tipos assustadores.

Talvez a narrativa seja um pouco mais lenta que as anteriores, mas Shaye tem seu melhor momento aqui, já aprovada pelo publico. 

Não adianta entrar muito em detalhes neste tipo de projeto, que é para se divertir e não levar a sério. É engraçado ver críticos que ainda se perguntam: por que os personagens são tão bobos? Por que não chamam a polícia? Logicamente não é para ser levado a sério. Mas teve gente que aconselhou a não ver o filme sozinho, para levar um amigo ou inimigo.

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