Unidades do Samu da Baixada Santista ganham seis novas viaturas

Com os novos veículos, a região passará a contar com, pelo menos, 53 ambulâncias

11/01/2017 - 10:10 - Atualizado em 11/01/2017 - 10:10

Ao todo, são 53 ambulâncias, dessas 13 estão
em manutenção (Foto: Nirley Sena/A Tribuna)

A Baixada Santista contará com mais seis ambulâncias do Samu. As viaturas foram enviadas pelo Ministério da Saúde, que está renovando a frota do serviço no País.

Para São Paulo serão enviadas 81 unidades. Peruíbe e Guarujá receberão um veículo cada, Mongaguá e Bertioga ganharão, por sua vez, duas viaturas cada.

Com os novos veículos, a região passará a contar com, pelo menos, 53 ambulâncias (Peruíbe não enviou informações). No entanto, desse total, 13 estão paradas aguardando conserto. 

São Vicente tem nove viaturas, das quais quatro têm problemas mecânicos. A tendência é de que as seis novas unidades do Samu deem fôlego para o atendimento nas quatro cidades que as receberão. Itanhaém, por exemplo, tem quatro unidades em funcionamento e outras três paradas. Com o quinto veículo, a população é quem agradece.

Em pior situação estava Bertioga, que tinha três ambulâncias no papel, mas como duas estavam em manutenção, restava apenas uma para dar conta do atendimento em todo o Município. 

Agora, com mais duas unidades, as equipes do Samu poderão atender melhor quem precisa de socorro.Outra cidade contemplada foi Guarujá, mas o reforço de uma ambulância não mudará imediatamente o atendimento à população. É que, também ontem à tarde, um veículo que já estava no Município foi para manutenção. 

Assim, os guarujaenses seguirão contando com cinco viaturas. Santos é a que tem a maior frota e conta com 11 ambulâncias e uma motolância. Mas, ontem, três delas estavam quebradas. A Prefeitura afirma que, mesmo com esse desfalque, a quantidade de viaturas do Samu é “superior ao preconizado pelo Ministério da Saúde, que recomenda uma ambulância de suporte básico de vida a cada 100 mil habitantes e uma ambulância de suporte avançado (UTI) a cada 500 mil habitantes”.

Cubatão, Mongaguá e Praia Grande afirmam que todas as unidades estão funcionando normalmente.

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