Hospital dos Estivadores inaugura mais 25 leitos clínicos

Com a expansão do complexo hospitalar, número de leitos chega a 106

06/09/2018 - 11:02 - Atualizado em 06/09/2018 - 11:04

Com a abertura do novo andar, 32 profissionais passam a integrar o quadro de funcionários (Foto: Carlos Nogueira/AT)

Vinte e cinco novos leitos foram entregues na manhã desta quinta-feira (6) no 6º andar do Hospital dos Estivadores, em Santos. A expansão do complexo hospitalar foi anunciada durante vistoria realizada pelo prefeito Paulo Alexandre Barbosa (PSDB) e secretário municipal de Saúde, Fábio Ferraz. 

Com a entrega dos novos leitos, conforme o diretor do hospital, Júlio César Massonetto, a unidade alcança metade de sua capacidade para clínica geral, restando apenas quatro andares serem ocupados. Com a abertura do novo andar, 32 profissionais também passam a integrar o quadro de funcionários do complexo. 

Durante a vistoria, o secretário Fábio Ferraz também adiantou que está prevista para outubro a entrega de um centro cirúrgico de baixa complexidade que passará a funcionar na unidade. Em agosto passado, Ferraz já havia antecipado à Reportagem a entrega, porém, na ocasião, a expectativa era de que a unidade passasse a funcionar em dezembro. Esse prazo, então, foi antecipado. 

A ampliação integra o cronograma para tornar o hospital uma referência regional. A abertura da maternidade, em fevereiro do ano passado, foi o primeiro passo. 

O secretário garante que até o final do ano o complexo terá mais 50 leitos, chegando a 131, no total. “Do ponto de vista financeiro, um hospital tem maior rentabilidade operacional quando supera 100 leitos, assim ocorre uma diluição dos (custos dos) serviços e se otimizam os recursos investidos”, pondera Ferraz.

A ampliação continuará em etapas programadas até atingir 223 leitos. Hoje já são 106 em funcionamento – 42 de clínica médica, 10 de UTI adulta, oito cirúrgicos, 36 de maternidade, dez de UTI neonatal, cinco salas de parto, pré-parto e pós-parto e duas salas cirúrgicas obstétricas. O custeio da unidade é fracionado entre Prefeitura, Estado e União.    

“São 106 leitos que não irão atender apenas Santos, mas toda a região. Além de atender aqui as gestantes da maternidade do hospital, eles serão uma retaguarda para as as unidades de pronto-atendimento”.

Conforme o secretário Fábio Ferraz, desde julho, os repasses federais para a manutenção do complexo hospitalar quase dobraram, passando de R$ 618 mil mensais para R$ 1,1 milhão por mês. Por enquanto, o Estado ainda é o maior partícipe, com destinação de R$ 3,5 milhões. O restante é custeado pelos cofres municipais. Para o funcionamento do hospital são empenhados mensalmente R$ 5,5 milhões.  

*Com informações de Eduardo Brandão 

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