Feiras de Santos amanhecem com escassez de alimentos e poucos clientes

Carreata de motoristas de caminhão passou pela Aparecida e recebeu apoio dos feirantes

27/05/2018 - 12:54 - Atualizado em 27/05/2018 - 13:54

Movimento foi fraco na feira da Avenida Francisco Glicério neste domingo (Foto: Fernanda Lopes/AT)

Feirantes de Santos ainda estão sentindo os reflexos do desabastecimento devido à paralisação dos caminhoneiros na última semana. Neste domingo (27), as feiras da Avenida Francisco Glicério, na Encruzilhada, e da Rua Ricardo Pinto, na Aparecida, amanheceram esvaziadas de clientes e com pouca oferta de alimentos, esses inflacionados.

Na feira da Aparecida, a principal diferença foi a quantidade de barracas: o número estava bem menor do que o habitual. Nas que restam, os preços subiram nos alimentos. Os quilos da batata e cebola, por exemplo, estavam custando entre R$ 9,00 e R$ 10,00. Além disso, os feirantes desmontaram as barracas mais cedo do que o normal por conta da pouca procura da clientela, por volta das 11h.

Apesar de toda a dor de cabeça, os feirantes também apoiam a greve dos caminhoneiros. Quando uma nova carreata de motoristas passou pela Rua Guaiaó, paralela à via da feira, várias pessoas aplaudiam em apoio ao movimento. 

Poucas barracas também estavam armadas na feira da Francisco Glicério. Quem passou pelo local percebeu que haviam poucos alimentos. Verduras como brócolis chegavam a custar R$ 10,00.

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