Corpo humano leva uma semana para se adaptar ao fim do horário de verão

Segundo clínico geral, quem trabalha em horário comercial, tende a sentir mais as mudanças

17/02/2018 - 21:43 - Atualizado em 17/02/2018 - 21:48

Com o fim do horário de verão, relógios devem ser atrasados em uma hora (Foto: Luigi Bongiovanni/AT)

Chegou ao fim mais uma edição do horário de verão. Com isso, os relógios precisam ser atrasados em uma hora. Na prática, quem gosta de sair à noite terá uma hora a mais para se divertir. Porém, nem todo mundo fica feliz quando é preciso ajustar a hora, pois o corpo sofre e demora para entrar no novo ritmo. 

“As pessoas demoram, em média, uma semana para se adaptar, tanto no início quanto no fim do horário de verão”, afirma o clínico geral Roberto Debski.

“Para quem trabalha em turno ou plantão, por ter muitas trocas de horário de sono, é mais fácil. Agora, quem trabalha em horário comercial, com sono mais regular, tende a sentir um pouco mais as mudanças”.

Esta edição do horário de verão estava em vigor desde 15 de outubro de 2017. 

Segundo uma das concessionárias que atuam na região, a CPFL Piratininga, o que foi economizado de energia nos últimos meses é capaz de abastecer as cidades de Santos e Cubatão por dois dias. Em Praia Grande são cinco dias.

Vale lembrar que um decreto do presidente Michel Temer encurtou em duas semanas a duração do próximo horário de verão, por conta das eleições. Com isso, ele começará em 4 de novembro.

Além do Sudeste, precisarão adaptar os relógios – Brasília, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo.

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