Concurso da Prefeitura de Santos só deverá ocorrer após as eleições

Processo seletivo, que ainda não tem um número de vagas definido, era prometido para junho

11/09/2018 - 07:49 - Atualizado em 11/09/2018 - 07:56

Educação está entre as áreas que deverão ter
oportunidades (Foto: Carlos Nogueira/AT)

Prometido para junho, o novo concurso público da Prefeitura de Santos deverá ter o edital lançado depois das eleições, de acordo com o secretário municipal de Gestão, Carlos Teixeira Filho. O número de vagas ainda não está definido, mas Educação, Saúde e Meio Ambiente serão as áreas com mais contratações.

Em abril, a gestão Paulo Alexandre Barbosa informou que estava fazendo levantamento interno das necessidades de cada secretaria para, até o fim de junho, lançar o edital do certame.

Questionado sobre o atraso, o secretário de Gestão alega que a Prefeitura preferiu esperar as convocações de dois concursos anteriores. O último deles teve a validade encerrada em junho.

Segundo Carlos, está em “fase de conclusão” a análise dos pedidos das secretarias. “Estamos vendo o impacto financeiro das necessidades”, explica, referindo-se ao dinheiro que a Administração Municipal gastará a mais com os salários dos novos servidores a serem contratados.

Sem cravar uma data, o secretário diz que o objetivo é lançar o edital do concurso depois das eleições - o 2º turno está marcado para 28 de outubro. A prova seria realizada ainda neste ano.

Uma novidade, não comentada em abril, é que a Prefeitura deverá fazer outro concurso, no primeiro semestre de 2019, deixando apenas as vagas mais urgentes para a disputa deste ano.

Apesar de não especificar a quantidade de postos a serem preenchidos, o secretário adianta que o edital terá “número inferior ao pleiteado”.

O concurso é muito esperado, principalmente pela Secretaria Municipal de Saúde, devido à necessidade de reforço do quadro de médicos.

Em abril, a Reportagem mostrou que a espera por consultas em especialidades em Santos pode chegar a dois anos e dez meses. Uma das justificativas era a falta de profissionais para atender a demanda.

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