Base da Polícia Militar em Santos pode sair do Canal 1

Sede atual é alugada da EMTU, mas contrato, que acaba em um mês, ainda não foi renovado

22/05/2018 - 07:21 - Atualizado em 22/05/2018 - 07:56

A um mês do término do contrato de locação do imóvel onde funciona atualmente, no Marapé, a 5ª Companhia da Polícia Militar (PM) tem o futuro incerto: ainda não foi definido se a Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU), que cede a casa na Avenida Senador Pinheiro Machado onde à corporação está instalada, renovará o contrato.

O imbróglio veio à tona durante uma mobilização de moradores do bairro, na sexta-feira (18), solicitando reforço na segurança. Participante do evento, o capitão Antonio Marcos da Conceição explicou o impasse aos munícipes. Um novo encontro está agendado para esta terça-feira (22) à noite.

Há um plano B caso o efetivo tenha que ser realocado: a Escola Estadual Braz Cubas. O prédio situado na Rua Heitor Penteado, também no Marapé, pode ter uma gestão compartilhada entre a Prefeitura e a PM.

O responsável pela 5ª Cia da PM inclusive elaborou um estudo para a reforma da unidade escolar desativada pela Secretaria de Estado da Educação. O levantamento aponta uma série de problemas que terão de ser sanados no imóvel: falta de telhas no teto, infiltrações nas paredes, instalações elétricas obsoletas e falta de sistema de combate a incêndios são alguns.

A vereadora Audrey Kleys (PP) – que, com os colegas de Legislativo Ademir Pestana (PSDB) e Rui De Rosis (MDB), está participando da luta dos moradores do bairro –, entrou em contato nesta segunda-feira (21) com o gerente regional da EMTU, Rogério Plácido das Neves, para obter informações sobre o atual prédio da PM – ele prometeu dar uma resposta nesta terça à parlamentar sobre o caso. O comando da PM na região foi consultado, mas até o momento não se pronunciou.

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