Avenida da praia será interditada para reforma no Deck do Pescador

Bloqueios acontecem nesta quinta-feira, das 8h às 16h

12/09/2018 - 21:16 - Atualizado em 13/09/2018 - 10:29

Previsão é de que a reforma do Deck termine em novembro (Rogério Soares/AT)

Um problema com o guindaste que vai retirar 51 toneladas de concreto do Deck do Pescador, na Ponta da Praia, em Santos, impediu a realização do serviço nesta quarta-feira (12). Entretanto, segundo a Prefeitura, as atividades serão retomadas nesta quinta-feira (13). O equipamento turístico está danificado há dois anos, devido a uma forte ressaca

“Ele (veículo) teve uma falha mecânica. A empreiteira responsável pela obra, no entanto, já acionou a terceirizada (dona do guindaste) e as ações serão retomadas”, disse o secretário adjunto de Infraestrutura e Edificações, Nilson Barreiro.

Devido aos trabalhos, a Avenida Bartolomeu de Gusmão, no sentido José Menino/Ponta da Praia será interditada das 8h às 16h.

Rota alternativa

O trecho afetado pelo serviço é entre as ruas Carlos de Campos e Francisco Hayden. A rota alternativa para os motoristas será pelas avenidas Epitácio Pessoa e Rei Alberto I.

Serviço

O guindaste esperado para o serviço consegue projetar o gancho no mar, de onde serão içadas vigas de aproximadamente 1,7 toneladas cada.

“Um mergulhador pega a lança (do guindaste) amarra na viga e a deixa ao lado da mureta. Na sequência, outro guincho menor coloca o material em uma caçamba para ser removido do local”, explica Barreiro.

Obra

A reforma do Deck do Pescador tem previsão de ser entregue em novembro. O local é um dos principais pontos turísticos da Cidade, onde se pode observar o movimento de navios e realizar a prática da pesca.

Quando o edital da obra foi lançado, ele previa a entrega do equipamento para o mês de junho, o que não ocorreu. Segundo a Prefeitura, o atraso é justificado pelos recursos movidos pelas participantes da licitação, o que atrasou a assinatura do contrato e emissão da ordem de serviço.

A obra é realizada pela Agnus Engenharia, sob a supervisão da Secretaria de Infraestrutura e Edificações. A empresa venceu a licitação ao propor preço de R$ 779.507,91, incluindo material, equipamentos e mão de obra. O preço é 33% abaixo do valor estimado de R$1.164.527,20.

Quando tudo terminar, porém, a área do local será inferior à que tinha antes do incidente: cairá de 70 metros para pouco mais de 20 metros lineares de área de utilização. Segundo a Secretaria de Infraestrutura e Edificações, a redução foi definida para evitar novas reformas no local após outras ressacas. Assim, restará apenas a parte do meio do espaço, ainda aberta.

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