Após Santos sancionar lei, outras cidades estudam proibir canudos plásticos

No Município, a partir de 1º de janeiro, o produto estará banido de bares e restaurantes

07/08/2018 - 11:00 - Atualizado em 07/08/2018 - 11:04

Além de Santos, cidades estudam abolir uso de canudos plásticos (Foto: Rogério Soares/AT)

A partir de 1º de janeiro de 2019, os canudos de plástico passam a ser proibidos em bares, restaurantes, hotéis, cafés e lojas de alimentação de Santos, conforme medida sancionada no final de julho. Também pensando na preservação do meio ambiente, as demais cidades da região estudam o assunto e a implantação de possíveis medidas que possam reduzir o impacto do produto derivado do petróleo no mundo, que pode levar até quatro séculos para se decompor.

Em Bertioga, a Prefeitura criou um grupo de trabalho para estudar os impactos da substituição de canudos e copos plásticos por produtos biodegradáveis para os comércios e ambulantes na faixa de areia da Cidade.

Em Cubatão, a Administração diz analisar a mudança pelos aspectos ambiental e econômico. Afirma se basear nos efeitos verificados nas demais cidades que já adotaram a medida.

Tramita na Câmara de Guarujá um projeto de lei sobre a questão do uso dos canudos de plástico. A Secretaria Municipal de Meio Ambiente diz manter contato com representantes do sindicato de bares, restaurantes e hotéis para dialogar sobre o assunto.

Em Itanhaém, não há legislação e nem debate específicos sobre o assunto. O mesmo ocorre em Mongaguá, onde o assunto não é estudado.

Em São Vicente, um projeto de lei para substituir canudos plásticos por outros, feitos de material biodegradável, está em análise no Departamento Jurídico da Câmara. A previsão é de que a matéria seja levada votação em plenário após o recesso parlamentar, que se encerra nesta semana.

A Prefeitura de Peruíbe afirma estudar a adoção de medidas para enfrentar o problema ambiental provocado pelo descarte de canudos. Em Praia Grande, o Governo local informa estudar a adoção de regras para combater o microlixo na praia – como canudos, sacos plásticos, copos descartáveis e bitucas de cigarro –, mas sem prejuízo à atividade comercial.

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