Neymar e Gabriel Jesus jogam 'Counter-Strike' para relaxar durante a Copa

Os craques até convocaram Philippe Coutinho, Willian e Casemiro para uma partida

21/06/2018 - 20:51 - Atualizado em 21/06/2018 - 21:06

Neymar já deu provas suficientes de que é gamer de carteirinha – vale lembrar que apareceu várias vezes nas redes sociais jogando de Mario Kart a PlayerUnknown’s Battlegrounds (PUBG). Mas não tem jeito: seu título preferido é Counter-Strike (CS): Global Offensive, tanto que ele não sai da cabeça do craque nem durante a Copa.

Em entrevista para a CBF TV, Neymar afirmou que recorre ao game para relaxar durante o torneio. “Tem que jogar, dar uma distraída. Ficar com a cabeça só no futebol é um pouquinho ruim. Tem que jogar para dar uma acalmada nos ânimos. Depois, é foco total no futebol”.

Antes disso, mais exatamente no fim de maio, o atleta postou uma história no Instagram mostrando que, no voo da Seleção para Londres (Inglaterra), assistiu no notebook à partida entre as equipes brasileiras Furia eSports e YeaH! Gaming, valendo vaga para o campeonato internacional FACEIT Major 2018.

Detalhe: Neymar é amigo de André Akkari, da Furia eSports, equipe de maior prestígio no País atualmente quando se trata de Counter-Strike.

 

Neymar vendo e-sports no voo da Seleção e jogando CS com colegas de time. (Fotos: Reprodução)

Gabriel Jesus

Não é só Neymar que curte CS na Seleção. Gabriel Jesus também usou as redes sociais recentemente não só para divulgar que voltou a jogar o game da Valve como para revelar que elegeu o shooter como sua distração oficial nas horas vagas da Copa.

A decisão do atleta recebeu apoio de João “Felps” Vasconcellos, um dos campeões mundiais de Counter-Strike.

Difundindo na Seleção

Neymar e Gabriel Jesus ainda compartilharam sua paixão pelo game com os colegas de time. Eles convocaram Philippe Coutinho, Willian e Casemiro para uma partida em equipe, o que foi prontamente postado por Neymar nas redes sociais.

O multicampeão mundial Gabriel “FalleN” Toledo, que é amigo de Neymar, aprovou a disputa, que chamou de “surreal”.

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