339759 Uma santista de 44 anos pede ajuda para comprar uma bolsa de oxigênio para a mãe, uma mulher de 61 anos que vive em Rancharia, no Interior do Estado. A idosa tem doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e está na fila de espera para transplante de pulmão. Priscila Molina conta que o diagnóstico da mãe, Madalena Molina, ocorreu em 2020. Ela fumou por décadas. Tinha deixado o cigarro após a morte do marido, que também era fumante e morreu de câncer na garganta. Mas voltou a fumar e, tempo depois, foi diagnosticada com DPOC. “Ela foi internada às pressas e passou a usar o oxigênio.” Madalena depende do cilindro de oxigênio para respirar. A peça, porém, pesa cerca de 55 quilos e dificulta a locomoção da mulher. Por isso, a família busca recursos para comprar um concentrador de oxigênio portátil, avaliado em cerca de R\$ 22 mil. “Tem a duração de até cinco horas. E ela (Madalena) pode andar com ele para onde quiser, levar as netas dela para a escola. Conseguiria ter uma qualidade de vida um pouco melhor”, explica a filha. Madalena mora com a mãe, de 76 anos, e três netos, filhos da filha caçula, que é dependente química. Devido ao desgaste do tratamento e do peso do cilindro, a mulher teria cogitado desistir do transplante, para se dedicar aos cuidados da casa e dos netos. “O médico falou para ela que, se ela continuasse com o tratamento, usando o oxigênio 24 horas por dia, ela teria mais dez anos de vida. E ela quer desistir dessa questão do transplante ”, conta.Interessados em ajudar a senhora, podem fazer a doação por meio da 'vakinha on-line', clicando aqui